Fotografia: Avelino Lima

Limpeza urbana exige políticas e recursos financeiros para enfrentar desafios do setor

III Encontro Nacional de Limpeza Urbana

Carla Esteves
30 Jun 2021

O presidente da Câmara de Braga apontou, hoje, o III Encontro Nacional de Limpeza Urbana em Braga como o estímulo que faltava para a aceleração de políticas e recursos financeiros capazes de ajudar a enfrentar os muitos desafios do setor. 

Ricardo Rio falava na sessão de abertura do evento, que hoje termina no Altice Forum Braga, e que visa encontrar estratégias em comum para aquilo que se pretende que seja uma nova era dos serviços públicos.

À margem da iniciativa, o autarca bracarense disse aos jornalistas que a gestão da limpeza e dos resíduos urbanos «é uma área que é crucial para o bem estar e a qualidade de vida das populações e onde, porventura, em todos os  territórios, há sempre focos de insatisfação» e que «estando entre as prioridades se encontra igualmente na primeira linha do escrutínio dos cidadãos».

«Acorremos a todas as solicitações, o que implica que tenhamos respostas cada vez mais capazes do ponto de vista dos serviços públicos prestados às populações, mas também soluções mais inovadoras, que possam responder a outros objetivos, ligados, por exemplo, à componente da sustentabilidade  e para uma gestão dos resíduos e de toda a componente da limpeza mais amiga do ambiente», argumentou Ricardo Rio, salientando a importância de um espaço de colaboração entre os diferentes agentes do setor. 

Admitindo que este é «um setor que se encontra sob a alçada de diversos normativos, de âmbito internacional e nacional, e de intervenções proativas  de algumas entidades reguladoras», o presidente da Câmara de Braga salientou, contudo, que «não se fazem omeletes sem ovos» e que para concretizar as linhas políticas de intervenção neste setor são imprescindíveis recursos financeiros. 

«Era importante que já hoje tivéssemos indicações mais claras sobre como o setor poderia aproveitar as linhas de financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)», defendeu o autarca.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





Notícias relacionadas


Scroll Up