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Instalação artística inspirada na filigrana «engrandece» parque da Póvoa de Lanhoso

Presidente da Câmara elogiou conjunto escultórico de Patricia Oliveira

26 Jun 2021

O presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso elogiou hoje a instalação artística inaugurada no Parque do Pontido, inspirada na filigrana, considerando que o conjunto escultórico da artista Patricia Oliveira «engrandece» aquele espaço verde da Póvoa de Lanhoso.

«Esta peça vem engrandecer o Parque do Pontido que tem crescido e vamos tentar que ele cresça ainda mais no futuro», disse Avelino Silva, depois de agradecer à artista monçanense a produção de uma peça que considera «magnífica».

O autarca espera que o Parque do Pontido, um pequeno “pulmão verde” da vila da Póvoa de Lanhoso, venha a receber mais obras de arte, preferencialmente alusivas à filigrana da Póvoa de Lanhoso que é uma das mais reconhecidas do país.

O edil convidou os povoenses a visitar esta instalação artística mas também a percorrer o trilho entre o Parque do Pontido e o Carvalho de Calvos com passagem pelo Castelo de Lanhoso.

A instalação artística ontem inaugurada no Parque do Pontido, da autoria da artista Patrícia Oliveira, foi concebida no âmbito do projeto AMAR O MINHO, promovido pelo consórcio MINHO IN com coordenação artística e de comunicação da Zet gallery.

Trata-se de um projeto inédito em Portugal, que cria a maior rede de residências artísticas nos 24 municípios representados pelas Comunidades Intermunicipais do Ave, Cávado e Alto Minho, numa «estratégia concertada que se destina a reforçar a identidade cultural do Minho e, desta forma, a dinamizar o território do ponto de vista artístico e turístico», como explicou a curadora, Helena Mendes Pereira.

O conjunto escultórico instalado na Póvoa de Lanhoso, intitulado “Eclusa Aluvial”, é constituído por duas peças que passam a ser pertença do Município da Póvoa de Lanhoso. Patricia Oliveira inspirou-se nos processos artesanais da filigrana daquele concelho, tirando partido do percursos do rio que é paralelo ao Parque do Pontido.

«Quis trabalhar a questão dos aluviais que também está conectada com a história do ouro. A primeira forma é mais fechada, em aço corten, e está relacionada com a segunda forma que parte da ideia de broto, de uma planta que se está a abrir para a luz e que foi inspirada nos moldes construtivos dos ourives», explicou ao Diário do Minho.

Na inauguração esteve também José Martins, da CIM do Ave, em representação do consórcio Minho IN que evidenciou a importância desta estratégia que abrange 24 municípios, com temáticas transversais a todo o território, desde a gastronomia ao enoturismo, passando pela criação artística.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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