Fotografia: DM

Ricardo Rio desafia PS a resolver problemas da Escola Frei Caetano Brandão

Presidente da Câmara explica que edifício escolar é da responsabilidade do Ministério da Educação.

Jorge Oliveira
14 Jun 2021

O presidente da Câmara Municipal de Braga desafiou hoje  os vereadores do Partido Socialista a questionarem o Ministério da Educação a razão pela qual não investe na requalificação da Escola Frei Caetano Brandão, em Maximinos, que apresenta desde há vários anos problemas a nível de caixilharia, do piso do recreio, entre outros.

O repto foi lançado por Ricardo Rio no período extra agenda da reunião da vereação, no edifício gnration, depois do vereador do PS Artur Feio tem criticado o município por não incluir esta escola no plano de investimentos do Município para o parque escolar concelhio.

«O nível de degradação desta escola é muito elevado. É a caixilharia, é a entrada de humidades nas fachadas, é o piso do recreio que é muoto antigo. Há uma falta de investimento e, sobretudo, uma arrogância e uma prepotência perante aquilo que é a realidade dos factos», atirou o vereador do PS.

Artur Feio lembrou que esta escola tem um projeto educativo inclusivo. Além de acolher crianças invisuais ou com dificuldades muito grande de visão, está vocacionada para receber alunos refugiados.

«Por tudo isso é um exemplo que nós devemos proteger», assinalou.

O presidente da Câmara explicou que a Escola Frei Caetano Brandão  não está sob a tutela do Município de Braga, mas sim do Ministério da Educação.

  A Câmara está apenas mandatada pela tutela para fazer trabalhos de manutenção, não trabalhos estruturais.

«Nós fazemos aquilo que a Direção Geral de Educação nos pedir para fazer», disse Rio, notando que a autarquia não tem recursos para intervir na estrutura deste edifício escolar, construído há quase 40 anos.

«Por que é que o Ministério da educação não sinalizou esta escola como prioritária, por que a votou ao abandono?», questionou Ricardo Rio, desafiando os vereadores do PS a diligenciarem junto do Governo uma intervenção no estabelecimento escolar.

Artur Feio referiu que os problemas da escola são de manutenção e o  município devia preocupar-se em assegurar boas condições aos alunos.

No último ano, a Câmara investiu cinco mil euros em manutenção na escola, um valor que o PS considera irrisório.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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