Fotografia: DM

Município de Famalicão ganhou em 20 anos uma sólida autonomia financeira

Só nos dois últimos mandatos de Paulo Cunha, a autonomia financeira subiu 24 por cento.

Joaquim Martins Fernandes
31 Mai 2021

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão atingiu em 2021 uma autonomia financeira de quase 87 por cento, o que a colocou no quadro dos municípios portugueses mais independentes do financiamento da Administração Central.

Os números divulgados hoje pelo Executivo Municipal liderado pelo social-democrata Paulo Cunha fazem saber que o concelho passou de uma situação de total dependência dos apoios do Estado para uma das economias com maior autonomia financeira, em 2020.

A evolução registada em duas décadas foi suportada em políticas que promoveram o crescimento económico e que permitiram aos famalicenses passar por duas das maiores crises económico-financeiras desde 1974 – a crise do sub-prime e a crise causada pela pandemia do Covid-19 -, sem que tivesse sido necessário aumentar os impostos municipais.

Em 2001, quando tinha uma governação socialista, a dívida do Município de Famalicão era de 102 por cento do orçamento anual da Câmara Municipal. No final de 2020, a dívida caiu para a casa dos 30 por cento dor orçamento municipal.

«Vila Nova de Famalicão é um exemplo, no contexto nacional, quer ao nível da redução da dívida, quer no que respeita à autonomia financeira», disse Paulo Cunha, deixando claro que se o país tivesse registado uma evolução similar, «não estaria tão dependente de fatores externos» e «teria margem» para reduzir a carga fiscal.
[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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