Fotografia: Arquivo DM

Câmara de Braga agrava em 22 por cento volume da dívida a fornecedores gerais

Câmara dá como muito provável condenações judiciais que custam 10 milhões de euros

Joaquim Martins Fernandes
30 Mai 2021

As empresas que fornecem a Câmara Municipal de Braga de bens e serviços ficaram para trás em ano de pandemia.

A dívida aumentou em mais de 22 por cento face às obrigações municipais de 2019.

A revelação é feita no Relatório e Contas de 2020, que precisa que o passivo corrente aos fornecedores gerais do Município de Braga passou de 7,9 para 9,69 milhões de euros.

Já a dívida aos fornecedores de investimento desceu para 5,5 milhões de euros, num ano em que o total das dívidas de curto prazo se situou nos 35,3 milhões de euros, refletindo uma redução de 1,3 milhões de euros face a 2019.

O Relatório e Contas de 2020, que é votado na reunião camarária de amanhã, faz também saber que o Município de Braga teve que aumentar para mais de 10 milhões de euros as provisões destinadas a pagar condenações judiciais muito prováveis, sendo que algumas estão ainda relacionadas com as obras realizadas até 2003, no âmbito da construção do estádio para o Europeu de Futebol de 2004.

Os dados do relatório revelam ainda que o Município de Braga voltou a um novo ciclo de endividamento, com o Executivo de Ricardo Rio a abrir linhas de crédito de 30 milhões de euros, entre fevereiro de 2019 e janeiro de 2021.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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