Fotografia: Avelino Lima

Exposição, oficinas e “manifestação” de palavras marcam arranque do festival “Têpluquê”

As atividades continuam amanhã, no Edifício do Castelo.

Rita Cunha
29 Mai 2021

Foi na presença de algumas dezenas de pessoas, sobretudo jovens, que arrancou hoje o primeiro de sete eventos incluídos no Têpluquê – Festival da Palavra de Braga, que decorre no edifício do Castelo, no coração da cidade.

Logo no primeiro piso, a atenção centrou-se na exposição “Trocapalavras”, composta por trabalhos de ilustração gráfica elaborados por alunos do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA).

Segundo explicou Adélia Carvalho, curadora do evento, esta mostra resulta de um desafio lançado aos alunos e vai até à génese do nome do festival – ‘Têpluquê” – palavra inventada pelo escritor António Pina sobre uma criança que troca o “T” pelo “Q”. «Desafiamos os alunos a fazerem uma brincadeira e a criarem uma ilustração com troca de palavras/letras, dando asas à sua imaginação», explicou.

“Quando for grande quero ser criança” foi outra das exposições que abriu ao público, também de ilustração, da autoria de Sérgio Condeço.
No exterior, por debaixo dos claustros do edifício, decorriam oficinas literárias como o “Consultório de Cartas Literárias”. Aqui, os interessados tiveram a oportunidade de redigir uma carta – de amor, desamor ou literária – com a ajuda da escritora Raquel Patriarca. O objetivo é o de lembrar o lado poético que as cartas têm, o qual tem vindo a ser esquecido.

De destacar, ainda um consultório onde Adélia Carvalho “receitou” livros de acordo com as “maleitas” apresentadas pelos participantes.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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