Fotografia: DM

Eurodeputados alertam para exploração dos trabalhadores em teletrabalho 

Sessão debateu os desafios do teletrabalho no futuro.

Ana Marques Pinheiro
3 Mai 2021

No webinar “O Futuro do Trabalho” organizado pelo Parlamento Europeu, o eurodeputado José Manuel Fernandes defendeu que o direito a “desligar” tem de existir independentemente do teletrabalho. O responsável considerou que com esta forma de trabalhar há uma poupeança em termos ambientais, sugerindo a criação de modelos híbridos na defesa da dos trabalhadores e da saúde mental. 

«Há aproveitamentos que são inaceitáveis e aí a legislação é essencial», acrescentou. 

José Manuel Fernandes destacou que há agora vários desafios que se colocam como a destruição de de muitos empregos e a criação de outros. 

A eurodeputada Sandra Pereira defendeu que os trabalhadores não conseguem desligar porque as casas passaram a ser os locais de trabalho. Acrescentou ainda que há um aumento das despesas e que a conciliação da vida familiar e profissional complicou-se porque não há limites de onde é o escritório e o espaço de lazer. A responsável salientou que não se estão cumprir os horários de trabalho, «uma conquista de séculos».

Já a eurodeputada Maria Manuel Leitão Marques afirmou que o futuro do trabalho não pode ser «desregrado» porque vai castigar os do costume: os trabalhadores. 

[Notícia completa na edição impressa de amanhã do Diário do Minho]





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