Fotografia: UMinho/Nuno Gonçalves

Presidente do Conselho Geral antevê «desafios» que vão obrigar a «puxar pela imaginação»

Cerimónia de tomada de posse dos 17 membros eleitos decorreu hoje no Salão Medieval da academia minhota.

Rita Cunha
12 Abr 2021

O futuro vai ser marcado por «muitos desafios» que vão levar a «puxar pela imaginação» no sentido de «afirmar ainda mais o que a universidade conseguiu fazer nestas últimas décadas», defendeu o presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho, Luís Valente Oliveira, esta manhã, na sua intervenção durante a cerimónia de tomada de posse dos membros eleitos para aquele órgão colegial máximo de governo e de decisão estratégica da academia.

Numa sessão restrita e transmitida online, o responsável começou por dirigir-se aos 17 conselheiros empossados, aos quais está agora entregue a missão de cooptação dos restantes seis membros externos do Conselho Geral, os quais deverão tomar posse até ao dia 18 de maio, sendo um deles escolhido entre os pares para presidir ao órgão. «Um agradecimento porque interromperam algumas linhas de trabalho que tinham para se dedicarem à sua casa trazendo ideias novas, disponibilidade de trabalho e dedicação», afirmou.

Falando do futuro, Luís Valente Oliveira referiu-se a «um novo ciclo que se abre e que vai perpetuar o trabalho e a vida da Universidade do Minho». «A UMinho é uma universidade muito especial que soube estabelecer laços de cooperação com o tecido social e económico onde se insere; soube ganhar a confiança do mundo empresarial; soube ser respeitada pelo que faz numa ocasião em que os desafios vão ser muitos e em que a pandemia acresceu aos desafios do desenvolvimento, e vamos ter de puxar pela imaginação para afirmar ainda mais o que a universidade conseguiu fazer nestas últimas décadas», vincou.





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