Fotografia: Avelino Lima

Presidente do Conselho Nacional de Juventude defende maior proximidade dos políticos aos jovens

João Pedro Videira em entrevista ao DM.

Rita Cunha
30 Mar 2021

Valorizar o papel dos jovens e lutar pelos direitos das novas gerações está no topo das suas prioridades de João Pedro Videira, que assumiu recentemente o cargo de presidente da direção do Conselho Nacional de Juventude (CNJ).

Numa entrevista concedida ao Diário do Minho e que poderá ser lida na íntegra na edição de amanhã, dia 31 de março, o jovem natural do Porto defende que deveria existir uma maior proximidade dos políticos à novas gerações que estão a ser «subvalorizadas todos os dias», com prejuízos para o próprio país que não tem vindo a valorizar o seu capital humano.

«Aquilo que nós vemos muitas vezes é que os quadros de acesso aos centros de decisão, sejam em listas para a legislativas, sejam em listas para as autárquicas, seja a participação nos centros de decisão, têm ficado aquém das nossas expetativas. Tentamos todos os dias fazer valer as nossas ideias e o nosso valor porque entendemos que não deve haver aqui uma guerra de gerações mas sim uma valorização pela positiva, com incentivos e com valorização do papel dos jovens porque também eles têm um contributo a dar à sociedade e também eles pensam o mundo e sabem como querem viver daqui para a frente», refere.

No que respeita o papel dos decisores políticos, João Pedro Videira acredita que deveriam aproximar-se mais das novas gerações e «terem mensagens para elas». «Fala-se em coisas muito latas, algo abstratas, e falta mensagem, falta esperança, faltam oportunidades, falta sobretudo ação governativa, o discurso bater com a ação e não haver aqui uma diferença entre o que se diz e o que se faz», vincou.

[Notícia completa na edição impressa de amanhã do Diário do Minho]





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