Fotografia: DM

D. Jorge convida a gerir o tempo de modo a torná-lo rentável

Pastoral da Cultura de Braga promoveu segunda sessão do ciclo “Pensar (de novo)”.

Jorge Oliveira
12 Jan 2021

O Arcebispo de Braga defendeu, na abertura de uma sessão online sobre “Gestão do Tempo”, que se aproveite o período de confinamento para pensar como podemos rentabilizar melhor o tempo e de que forma o podemos também dedicar aos outros.

«Aproxima-se um novo confinamento, é um período para estarmos mais mergulhados em casa, mais sozinhos, sem tantos contactos e, por ventura sem trabalho, e tudo isto pode ser uma oportunidade para pensarmos como gerir o tempo para que esse tempo seja rentável», disse D. Jorge ortiga.

Organizada pela Pastoral Arquidiocesana da Cultura, ontem à noite, a segunda sessão do ciclo de conferências “Pensar (de novo)”, contou com uma palestra do investigador e professor universitário Miguel Meruje e tinha como objetivo apontar pistas para uma melhor organização do tempo, na família, no trabalho, na escola ou noutros ambientes.

Convidado a dirigir uma saudação aos seguidores da sessão, D. Jorge Ortiga disse que por vezes desperdiçamos o tempo que temos e é importante que o aproveitemos para «pensar no mundo», nos seus problemas, e não apenas na nossa vida.

«Pensando nos outros somos capazes de dar um contributo por um mundo melhor», salientou o Arcebispo de Braga, depois de se confessar apreciador do fado “O tempo não para”, cantado por Mariza, do qual destacou a frase: “vou pedir ao tempo que me dê mais tempo para olhar para em ti”.

Miguel Meruje, que falou com base na sua experiência pessoal, realçou que a organização do tempo «é fundamental» para se poder preparar atempadamente as tarefas e depois desenvolvê-las adequadamente.

O docente disse  que se não houver uma preparação e planificação do que pretendemos fazer corremos o risco de ficar atrapalhados na hora de agir ou de executar um trabalho.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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