Fotografia: Avelino Lima

Novo Mercado assume-se como «obra de referência» que passa a integrar o roteiro turístico do concelho

80 por cento do espaço é dedicado aos produtos frescos.

Rita Cunha
3 Dez 2020

O antigo mercado municipal, que agora se chama “Praça”, recuperando-se assim sua designação original para uma transição pacífica entre o passado e o futuro, é assumido pelo município bracarense como uma obra de referência do concelho, conferindo a Braga uma nova centralidade que constará no roteiro turístico.

A inauguração oficial e abertura ao público só acontece no sábado, mas a autarquia abriu hoje as portas aos jornalistas para desvendar alguns pormenores enquanto se concluem os últimos retoques. «Caracterizo esta Praça como uma junção entre aquilo que é o tradicional no mercado municipal de Braga e a modernidade que hoje em dia é exigida pelos munícipes», começou por salientar a vereadora do pelouro da Gestão e Conservação de Equipamentos Municipais.

Para Olga Pereira, trata-se de «um projeto muito bem conseguido», com cerca de 80 por cento do seu espaço dedicado aos produtos frescos (peixe, carne, hortofrutícolas, frutas e flores), mas que, em simultâneo, permite «abrir um leque de oportunidades para a entrada de novos operadores que, até ao momento, não tinham tido oportunidade de entrar no mercado municipal», comercializando produtos complementares «que nos habituamos a adquirir».

Quatro padarias, 15 talhos (dois deles duplos), quatro espaços dedicados à charcutaria, bancadas para a peixaria, 215 metros quadrados reservados aos produtores, 12 lojas interiores e duas exteriores de venda de produtos diferenciados, quiosques para refeições, um restaurante com cozinha autónoma, zona técnica para os talhos e lojas equipada com arcas frigoríficas, vestiários e casas de banho, bem como quatro salas polivalentes para a realização de formações, workshops, ‘showcookings’ e apresentação de produtos e um armazém para deixar as compras e as recolher posteriormente. Estas são algumas das valências das quais a Praça Municipal vai dispor.

Aos jornalistas, o arquiteto Rui Araújo, da APTO – Arquitetura, explicou que, no mesmo espaço, foram criadas novas funcionalidades e reorganizada toda a estrutura do mercado.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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