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Ambiente.

Redação / NC
24 Novembro 2020

A Braval, empresa intermunicipal que abrange Amares, Braga, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde, está a disponibilizar, gratuitamente, compostores domésticos para particulares e instituições, ao abrigo da campanha de promoção da compostagem doméstica de resíduos orgânicos, inserida no projeto REs2ValHum, cofinanciada pelo POCTEPT

«Tem horta ou jardim? Quer valorizar os seus resíduos orgânicos? A Braval está a disponibilizar compostores domésticos», lê-se na comunicação via redes sociais.

Para ver se está apto a receber um basta seguir este link.

Compostagem doméstica: como funciona?

Dá-se o nome de compostagem ao processo de transformação de resíduos orgânicos em composto. Este composto funciona como adubo ou fertilizante dos solos e, portanto, uma excelente alternativa aos fertilizantes químicos.

Recorde-se que a compostagem não é um processo propriamente novo. Aliás, a uma pequena escala sempre foi utilizado pelos agricultores para enriquecer os solos, promovendo, por exemplo, o aumento da atividade microbiana e a capacidade de retenção de água – o que se traduz num aumento da fertilidade dos solos.

Assim, se tem uma horta, um quintal, um jardim, a primeira coisa que precisa de saber é que este é um processo relativamente simples. Só tem de juntar resíduos verdes a resíduos castanhos para obter um material orgânico com aspeto de terra.

O que compostar: exemplos de resíduos verdes e castanhos

Quando nos referimos a resíduos verdes fazemos referência, por exemplo, a folhas verdes, aparas de relva fresca, flores, ervas daninhas sem sementes, restos de vegetais e frutas, cascas de ovo esmagadas, borras de café, incluindo os filtros.

Já quanto aos resíduos castanhos referimo-nos a folhas secas, relva cortada seca, resíduos de cortes e podas secos, aparas de madeira e serradura, cascas de batata, entre outros.

Imagina a quantidade de lixo doméstico que diminuiria se separasse para compostagem alguns destes exemplos?

O que não compostar

Uma vez que o objetivo é promover a estrutura, porosidade e fertilidade dos solos há resíduos domésticos que não deve compostar. Alguns exemplos são:

Restos de carne, peixe e marisco
Laticínios
Cinzas de carvão
Beatas de cigarros
Medicamentos
Resíduos de plantas tratadas com produtos químicos
Excrementos de animais domésticos
Resíduos não biodegradáveis (plástico, vidro, metal, pilhas, tintas, têxteis, etc.)
Comida com gordura

 


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