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Portugal volta a bater na casa dos seis mil casos diários e com mais 55 mortes

Mais 5.135 doentes foram dados como recuperados, mas o número de casos ativos, devido ao crescimento de infectados, aumentou em 1.412.

Redação / Lusa
14 Nov 2020

Portugal registou 6.602 novos casos de infeção com o novo coronavírus e 55 mortes associadas à doença covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgado hoje.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 3.305 mortes e 211.266 casos de infeção pelo novo coronavírus, estando hoje ativos 85.444 casos, mais 1.412 do que na sexta-feira.

O maior número de novos casos diários de infeção com o SARS-Cov-2 foi registado na sexta-feira, com 6.653 casos.

Segundo o boletim, a região Norte regista o maior número de infeções e de mortos nas últimas 24 horas, seguindo-se a região de Lisboa e Vale do Tejo.

Os mais recentes dados indicam que 62,9 por cento dos novos casos foram contabilizados na região Norte, onde também se registou mais de metade das vítimas mortais (28) das últimas 24 horas.

Em Lisboa e Vale do Tejo, verificaram-se 1.563 novos casos e 17 mortos.

Os restantes dez óbitos aconteceram na região Centro (8), com mais 715 casos, e no Alentejo (2), com mais 52 casos.

O Algarve não registou mortes associadas à covid-19 entre os 52 novos casos reportados.

Nas regiões autónomas de Madeira (mais cinco casos) e Açores (mais 18 casos), também não se registaram vítimas mortais nas últimas 24 horas.

Relativamente aos internamentos hospitalares, o boletim epidemiológico revela que estão internadas 2.798 pessoas (menos uma do que na sexta-feira), das quais 413 em cuidados intensivos (mais 25 doentes).

A DGS refere também que as autoridades de saúde têm em vigilância 91.936 contactos, mais 1.511 em relação a sexta-feira, e que foram dados como recuperados, nas últimas 24 horas, mais 5.135 doentes, num total de 122.517 desde o início da pandemia, em março.

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, com o maior número de infeções entre os 20 e os 59 anos.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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