Fotografia: Avelino Lima

Obra de arte convida a “refúgio” no Parque de Guadalupe

Obra de arte foi inaugurada hoje.

Rita Cunha
3 Out 2020

Um refúgio dentro de um refúgio. É desta forma que se pode caracterizar a obra de arte inaugurada hoje no Parque de Guadalupe, vencedora da 1.ª edição do Prémio “Arte em espaço público & Sustentabilidade”, da autoria de Lorenzo Bordonaro.

“REFÚGIO” assume-se como um espaço escultórico acessível, um abrigo na cidade que convida a imaginar modalidades alternativas do habitar e estar no mundo, abertas ao ambiente natural. Trata-se de uma intervenção artística que cruza as fronteiras da escultura e da arquitetura e oferece ao público um lugar de encontro com a arte, convidando-o ainda ao recolhimento e à meditação, uma vez que reinterpreta a forma clássica do claustro com jardim interior, modelo com nos claustros da Sé e no Mosteiro de Tibães.

Este prémio foi implementado pelo grupo dst e a zet gallery que, desde logo, mereceram elogios por parte do presidente da Câmara Municipal de Braga, presente na inauguração. «Têm sido um pilar fundamental da dinamização cultural e da interação com os poderes públicos com iniciativas no âmbito da literatura e arte contemporânea. Esta obra é exemplo disso mesmo e deveria ser replicada por outras empresas e cidadãos», referiu.

Para além de salientar a criatividade da peça e o enquadramento escolhido, que será um «fator de valorização» do espaço, Ricardo Rio enalteceu a escolha do local, o Parque de Guadalupe, situado no coração da cidade de Braga mas possivelmente desconhecido por muitos bracarenses, motivo pelo qual faz parte dos propósitos abrir mais as suas portas.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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