Vídeo: Nuno Cerqueira

Assembleia Municipal.

Nuno Cerqueira
27 Setembro 2020

O arranque do ano letivo levou a trocas de acusações entre “direita e esquerda” e até um autarca de freguesia a gritar «incompetente» (a propósito da gestão feita pela vereadora da Educação) quando Ricardo Rio discursava sobre o tema, recordando ainda «bons tempos» da governação de Mesquita.

Segundo o edil de Braga, que admitiu alguns problemas na forma como arrancou o ano escolar, apesar de ter acho as acusações injustas, disse que a Câmara de Braga está a fazer «o seu melhor» afirmando que «há problemas estruturais que nem dependem do Município».

A Câmara andou “à última” a recorrer ao IEFP, situação que o PS, através de João Nogueira, considerou «uma vergonha».

«Como alguém quer funcionários do IEFP pedidos no mesmo dia em que a escola encerra por falta de recursos humanos? O presidente da Câmara tem de pedir justificações à vereadora. Vereadora que os presidentes de junta não conseguiam falar, mas que aparecia nas televisões à noite em campanhas partidária», acusou.

Já a CDU, através de Pedro Casinhas, referiu que a educação começa com um problema crónico que se prende com «o nível de precariedade e desinvestimento» feito nas escolas e que «é refletido ainda mais com os tempos que correm».

«Começa logo mal na transferência de competências para a Câmara por parte do Governo», destacou, criticando ainda a gestão local da autarquia que não recorre a contratação de quadros para fazer falta às necessidades.

«É um gestão que recorre a expedientes. Como bolsas, ocupação de empregados, entre outros que acaba por dar neste resultado, em última circunstância, de encerramento de escolas», disse.

Já o BE, através de Alexandra Vieira, focou atenção nas questões sociais dos alunos em Braga. Alexandra Vieira «estranha ausência de respostas à emergência social» face à crise pandémica.

«Não há medidas extraordinárias no plano plurianual da Câmara para apoios sociais. É necessária uma avaliação urgente», destacou.


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