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«Não podemos permitir que o vírus impeça o nosso trabalho»

Arcebispo de Braga abriu hoje Ano Pastoral do Clero

22 Set 2020

O Arcebispo de Braga transmitiu hoje palavras de encorajamento e alento aos sacerdotes e comunidades paroquias da Arquidiocese, numa altura em que a pandemia de Covid-19 tende a alastrar-se condicionando e exigindo mais cuidados no modo como se organizam e decorrem as iniciativas pastorais.

«Fundamental é que nos levantemos. Interrompemos muitas iniciativas, condicionamos as nossas celebrações, fizemos muitas restrições. É hora de recomeçar com novo alento e coragem. Não podemos permitir que o vírus impeça o nosso trabalho», disse D. Jorge Ortiga na abertura do Ano Pastoral do Clero, que decorreu numa sessão restrita no Auditório Vita, apenas com os oradores, mas que os sacerdotes puderam acompanhar através dos canais online da Arquidiocese.

Tendo como tema principal a frase bíblica “Chegou ao pé dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão” (Lucas 10,33), este momento de partilha e formação para os presbíteros começou com a oração de Laudes, ao que se seguiu uma reflexão pelo padre Nuno Ventura (passionista) e a apresentação das linhas mestras do Plano Pastoral da Arquidiocese para os próximos três anos, pelo padre Sérgio Torres, secretário do Conselho Pastoral Arquidiocesano e membro do Conselho Episcopal e Presbiteral.

O programa pastoral para este ano é centrado na virtude da caridade, tendo como referência a parábola do Bom Samaritano.

A sessão ficou ainda marcada pela apresentação do mais recente livro do Arcebispo de Braga, “Caminhos de Esperança em período de confinamento”, bem como da sua nova carta pastoral, intitulada “Escutar a Terra, Olhar o Céu – Lição da Covid-19”.

O livro, apresentado pelo bispo auxiliar de Braga, D. Nuno Almeida, reúne as homilias que D. Jorge Ortiga proferiu nas missas a que presidiu na capela do Paço, durante os meses de março e abril, em período de confinamento.

A carta pastoral dirige-se a 17 grupos específicos e nela D. Jorge faz muitas interrogações que convidam a «ouvir o que a vida quer dizer».

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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