Fotografia: DR

Ajustes nos orçamentos e pedidos de apoios foram as principais medidas tomadas pelas universidades

Para fazer face aos constrangimentos causados pela pandemia.

Rita Cunha
22 Set 2020

Para fazer face a uma conjuntura particularmente difícil resultante de uma pandemia que atingiu o país em meados de março – e ainda se mantém -, as universidades não pouparam esforços na adoção de uma série de medidas que lhes permitissem minimizar os danos e mitigar a propagação da covid-19.

Na apresentação de um relatório produzido pelo GCU acerca do impacto da Covid-19 no ensino universitário, Carla Martins, pró-reitora da UMinho para a Internacionalização e membro do Comité Executivo do GCU, revelou algumas das estratégias adotadas pelas instituições de ensino superior durante a pandemia.

Na sua intervenção, no âmbito de uma sessão sobre “O impacto da covid-19 nas universidades”, inserida na Assembleia-Geral do Grupo Compostela de Universidades, a responsável começou por lembrar algumas especificidades da atualidade, desde logo as diferenças ao nível da situação social, mas também a necessidade de se atualizarem os sistemas de educação e de se identificarem novos indicadores, tudo isto no meio de um “clima” de incerteza quanto ao amanhã.

No que respeita a vertente económica, o relatório hoje apresentado dá nota de que, para mitigar os efeitos da pandemia, a maioria das universidades optou por adaptar os seus orçamentos anuais e de solicitar ou desenvolver uma ajuda específica, assim como um plano de investimentos. Outras decidiram também criar planos de contingência.
A redução ou suspensão de empréstimos para atividades culturais e desportivas ou para serviços como ‘catering’ ou alojamento lidera a lista de medidas adotadas.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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