Fotografia: Avelino Lima

Escolas consideram estar no «limite» com a falta de assistentes

Novas dinâmicas de desinfeção obrigam a um maior esforço dos funcionários.

Ana Marques Pinheiro
17 Set 2020

A Escola Secundária Carlos Amarante arrancou hoje o ano letivo e foram centenas os alunos que já se deslocaram para as instalações da instituição de ensino.

Pelas ruas perto da escola os alunos encontravam-se em grupos sem cumprir o distanciamento social e grande parte sem máscara.

A entrada para a escola faz-se por duas entradas. Na chegada dos alunos às instalações os funcionários fazem cumprir com rigor as medidas de proteção como a desinfeção das mãos e a colocação obrigatória das máscaras. Os alunos eram encaminhados pelos funcionários para as salas das respetivas turmas.

A diretora do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Hortense Santos, explicou que estão colocar em prática todas as orientações do Ministério da Saúde e da Direção-Geral de Saúde. 

No caso da Escola Secundaria D. Maria II, o diretor explicou que não foi possível abrir o bar dos alunos e o bar dos professores. João Dantas explicou que os funcionários foram canalizados para outras funções.

«Estamos a procurar encontrar soluções e a Câmara está a tentar atuar nesta questão da falta de assistentes nas escolas», evidenciou. O responsável acrescentou que a situação dos assistentes na Escola Secundária D. Maria II e na EB23 de Lamaçães «está no limite».

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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