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Biblioteca Digital do Cávado deverá ser uma realidade no início do próximo ano

Nesta plataforma gratuita e de acesso aberto ficará alojada diversa documentação ‘online’.

Rita Cunha
24 Ago 2020

A Biblioteca Digital do Cávado deverá ser uma realidade no início de 2021. Depois de um adiamento da data inicialmente prevista – chegou a ser equacionada a sua entrada em funcionamento no decorrer deste ano -, a pandemia de Covid-19 veio atrasar todo o processo. Porém, as primeiras respostas começarão a ser dadas em breve.

A informação foi transmitida pela diretora da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e que, em simultâneo, representa a Rede Intermunicipal de Bibliotecas de Leitura Pública do Cávado. «Isto atrasou um bocado mas no início de 2021 penso que começaremos a dar as primeiras respostas», referiu.

De acordo com Aida Alves, neste momento está a ser feito o trabalho de contratualização de serviços. «Não há dados públicos porque com a Covid-19 isto quase que parou. Não houve reuniões presenciais e as ‘online’ não foram suficientes. Mas neste momento estamos a recolher o processo documental que vai ser digitalizado por uma empresa», disse, acrescentando que este trabalho está a ser feito por cada um dos seis concelhos abrangidos pela CIM Cávado (Braga, Amares, Barcelos, Esposende, Terras de Bouro e Vila Verde).

Nesta plataforma gratuita e de acesso aberto ficará alojada diversa documentação ‘online’ – alguma datada dos séculos XVIII e XIX e de difícil acesso -, incluindo, por exemplo, jornais históricos, cartazes, fotografias e postais, assim como o fundo de Lúcio Craveiro da Silva. Em suma, o património bibliográfico e documental de toda a região.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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