Fotografia: DR

Braval regista em 2020 «aumento ténue» de resíduos recicláveis depositados nos ecopontos

A empresa intermunicipal assinala amanhã 24 anos de atividade.

Rita Cunha
5 Ago 2020

É um «aumento ténue» mas que dá bons indicadores quanto ao futuro do planeta. Ano após ano, salvo o período de maior crise económica entre 2009 e 2011, tem vindo a aumentar a quantidade de resíduos recicláveis recolhidos dos ecopontos da área de abrangência da Braval. Este primeiro semestre não tem sido exceção e, apesar de ainda não existirem dados, é notório um pequeno aumento, o que faz acreditar que o ano terminará com números animadores.

A informação foi transmitida ao DM por Pedro Machado, diretor-geral da Braval, que se mostrou otimista quanto ao futuro, salvaguardando sempre a necessidade de uma contínua aposta na sensibilização da população para a causa, com enfoque nos mais novos, que são o futuro.

«Tudo indica que temos um pequeno crescimento [no primeiro semestre de 2020], embora não seja uma variação muito grande, o que é bom», disse, sublinhando que, nos meses de março e abril, no pico da pandemia e em fase de confinamento, houve um aumento significativo, a rondar os sete por cento. «Acredito que as famílias, com esta paragem, tiveram mais tempo para pensar o ambiente e a qualidade de vida e também houve mais tempo para reciclar», sustentou.

Atualmente, após a retoma da normalidade, onde se regista uma maior dinâmica, «tem havido um equilíbrio normal».
Para Pedro Machado, «o importante é que estes números continuem a crescer». «Mesmo não sendo valores muito grandes, representam uma ténue melhoria», disse, sublinhando a importância da reciclagem para a preservação do meio ambiente e, por conseguinte, do bem-estar do planeta e das populações.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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