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O jovem de 25 anos de idade que foi resgatado, hoje ao final da tarde em Esposende, das águas do rio Cávado (ver aqui) acabou por falecer no Hospital de Barcelos, confirmou fonte daquela unidade de saúde e o comandante dos Bombeiros Voluntários de Fão, João Morais. «Foi transportado para o hospital em manobras de […]

Nuno Cerqueira
17 Julho 2020

O jovem de 25 anos de idade que foi resgatado, hoje ao final da tarde em Esposende, das águas do rio Cávado (ver aqui) acabou por falecer no Hospital de Barcelos, confirmou fonte daquela unidade de saúde e o comandante dos Bombeiros Voluntários de Fão, João Morais.

«Foi transportado para o hospital em manobras de reanimação que iniciaram já no nosso bote de apoio ao mergulho. Infelizmente não recuperou e acabou pelo óbito ser declarado no hospital», disse João Morais.

Augusto Monteiro estava na água, numa zona conhecida por Marachão na freguesia de Rio Tinto, quando começou a pedir socorro.

«Ao início ainda pensamos que era brincadeira, mas logo a seguir vimos mesmo que estava aflito», começa por contar a este jornal Guilherme Ximenes, que viu o dia em família terminar em tragédia.

Augusto, que deixa três filhos menores, ainda lutou por vários minutos, mas acabou por desaparecer, não muito longe da margem norte do rio Cávado, que ali tem alguns poços e é muito desassoreado face às extrações de areias do passado.

«Tem várias ratoeiras. É perigoso até. Já morreu aqui mais gente», disse Maria Rodrigues, que se dirigiu ao local para perceber o porquê de tantas ambulâncias a passar.

Bombeiros Voluntários de Fão (BVF), Esposende e Barcelinhos ocorreram ao local, assim como duas viaturas salva-vidas do Instituto Socorros a Náufragos, o INEM, com duas VMER, GNR de Esposende, Braga e Barcelos, assim como os serviços de proteção civil da Câmara de Esposende.

Para além de Augusto Monteiro, também outras três pessoas acabaram por se sentir mal face ao choque do momento.

Os mergulhadores localizaram Augusto Monteiro 25 minutos depois de entrarem na água.

Esta zona do rio Cávado, apesar de muito frequentada, «os banhos são desaconselhados e não há qualquer vigilância», sublinha João Morais.

 

 

 


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