Fotografia: Governo de Portugal

Próximo ano letivo começa entre 14 e 17 de setembro

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, considera que esta data dará tempo de preparação à comunidade educativa.

Redação/Lusa
23 Jun 2020

O ministro da Educação afirmou hoje que o Governo marcou que o próximo ano letivo se inicie entre os dias 14 e 17 de setembro, considerando que esse calendário dará tempo de preparação à comunidade educativa.

Tiago Brandão Rodrigues falava numa sessão de lançamento do programa nacional de remoção do amianto nos estabelecimentos de ensino, que decorreu na Escola Secundária da Ramada, no município de Odivelas, distrito de Lisboa.

Numa sessão presidida pelo primeiro-ministro, António Costa, Tiago Brandão Rodrigues, numa breve intervenção, defendeu que o Governo “está já a pensar no próximo ano letivo”, depois de o atual ter sido “atípico” por causa da covid-19.

“Queremos que o próximo ano letivo se inicie entre os dias 14 e 17 de setembro para que as comunidades educativas tenham tempo de se preparar. Temos todos de nos lembrar que a segunda fase de exames vai acontecer atipicamente na primeira semana de setembro”, afirmou.

De acordo com o ministro da Educação, nesta semana, por parte do Governo, haverá um diálogo com os diversos atores da educação, organizações que representam os trabalhadores, associações de diretores, confederações de pais”.

“Falaremos com todos aqueles que, juntamente connosco, trilharam este caminho difícil destes últimos meses. Queremos que o próximo ano letivo seja bem mais normal do que este. Por isso, estamos também a trabalhar com as autoridades de saúde para saber quais os pilares com que nos podemos mover”, adiantou o membro do Governo.

Na sua intervenção, o titular da pasta da Educação defendeu que tem assumido “uma ligação muito próxima com os municípios portugueses” e deixou uma palavra especial aos assistentes operacionais de todos os estabelecimentos de ensino.

“Uma vez mais com os municípios, tendo como base o programa Portugal 2020, tirámos o mapeamento do papel, tirámos as cifras das páginas de Excel e mostrámos o valor destas parecerias”, disse, estimando depois em “mais de 300 as obras” realizadas em conjunto com as autarquias.





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