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REN oferece viatura de comando aos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro

Operacionalidade.

Nuno Cerqueira
19 Jun 2020

A Redes Energéticas Nacionais (RED) entregou hoje uma viatura 4×4 à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro.

A ação decorreu «no âmbito da sua política de apoio às comunidades locais e à prevenção de incêndios rurais» da REN.

Desde 2009, a REN já doou mais de 70 veículos no âmbito da prevenção de fogos florestais e trabalha em estreita colaboração com a ANEPC, o ICNF e os Municípios na Defesa da Floresta Contra Incêndios.

«Durante a época de incêndios, a REN ativa o seu Plano de Prevenção, Alerta e Atuação, no âmbito do qual, entre 1 de junho e 30 de setembro de 2020, a empresa tem seis equipas em alerta 24 horas por dia», explica a empresa.

Já o comandante dos BVTB, José Amaro, referiu a este jornal que a viatura vem reforçar os meios do corpo de bombeiros.

«É uma viatura de comando, importante para o apoio nos teatro de operações. Assim como é uma viatura adaptada às características do nosso concelho», frisou o comandante, agradecendo à REN pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido por todos os BVTB..

No concelho de Terras de Bouro, e desde 2018, foram limpos pela REN em ações de prevenção contra os incêndios rurais mais de 91 hectares de terreno contíguo às linhas elétricas afetas à Rede Nacional de Transporte de Eletricidade (o equivalente a 91 campos de futebol).

Para a REN, «esta doação é o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas corporações de bombeiros durante todo o ano».

«Mas é a pensar no combate aos fogos que a REN, todos os meses, executa várias ações de prevenção em articulação com as autoridades competentes, limpando as faixas de servidão, de forma a aumentar a resiliência das suas infraestruturas e dos territórios onde as mesmas se encontram implantadas aos incêndios rurais, criando, simultaneamente, oportunidades de combate aos Bombeiros e restantes Equipas de Proteção Civil», afirma a empresa.

Desde 2010 a REN plantou mais de um milhão de árvores, numa área superior a três mil hectares, substituindo espécies de rápido crescimento por espécies autóctones, mais resistentes ao risco de incêndio. Nestas reconversões foram abrangidos mais de 15 mil proprietários, que têm a possibilidade de obter algum rendimento de terrenos que estavam frequentemente ao abandono, promovendo, ainda, o aumento da biodiversidade.





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