Vídeo: Nuno Cerqueira

Utente da Santa Casa de Braga.

Nuno Cerqueira
18 Junho 2020

Hoje foi especial. Não só pelos 105 anos de vida da “Milinha”, mas também pela luta que muitos lares do país travaram frente ao inimigo invisível chamado covid-19.

«Celebrar os 105 anos da Milinha é também celebrar a vitória da vida. A vitória dos lares frente à covid-19», disse a este jornal o provedor Bernardo Reis, revelando que a Santa Casa da Misericórdia de Braga, em todas as valências que detém, soube fintar a pandemia que está agora em fase de desconfinamento.

«É com toda honra que celebramos esta data, de uma forma simbólica, aproveitando o aniversário da nossa utente e dizendo um muito obrigado a todos que trabalham nesta área social e em especial os que pertencem a esta grande família da Santa Casa», destacou Bernardo Reis.

Mas o dia é de festa, ainda com muitas restrições e ao ar livre, sempre em sintonia com as regras da DGS. No Lar D. Diogo de Sousa, Emília Marques da Silva foi a rainha do dia e até cantou ao som de umas guitarradas onde o fado corrido esteve presente.

A família, à distância, ou seja num patamar inferior do jardim nas instalações deste lar, aplaudiu e viu os acenos de uma mulher nascida em 18 de junho de 1915, em Fraião.

«É uma mulher participativa. Por exemplo, ela gosta de fazer ioga. É uma pessoa muito especial. Tem sempre uma resposta pronta», refere a diretora técnica da Santa Casa de Misericórdia de Braga, Sónia Palmeira.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]


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