Fotografia: Avelino Lima

▶️ Comunidades desafiadas a «centralizar» as festas populares nos santos

Arcebispo de Braga presidiu em Famalicão à missa da festa em honra de Santo António.

Jorge Oliveira
13 Jun 2020

O Arcebispo de Braga desafiou hoje a aproveitar este tempo de pandemia para «centralizar» as festas populares no «essencial», ou seja, na figura e testemunho dos santos.

D. Jorge Ortiga deixou este repto na celebração da missa em honra de Santo António, a que presidiu em Vila Nova de Famalicão, transmitida em direto pelo DM e de acordo com as regras emanadas pelas autoridades civis e eclesiásticas.

«Tudo deveria ser capaz de falar da vida do santo de tal modo que uns mais e outros menos devessem ser interpelados pelo projeto de vida que ele abraçou», sugeriu o prelado.

O Arcebispo, que celebrou na capela de Santo António, no centro da cidade de Famalicão, lembrou que habitualmente nas festas populares religiosas a figura do santo é contemplada com uma «simples eucaristia e uma procissão», com andores e quadros alegóricos relacionados com a vida do santo ou mesmo «só para fazer número e dizer que a procissão é bonita», e todo o resto do programa é preenchido com iniciativas profanas «com muito pouco a dizer ao ambiente de festa religiosa».

Nesta celebração festiva, D. Jorge convidou a imitar a vida dos santos, neste caso a de Santo António, para o qual os cristãos devem olhar como um «santo da solidariedade».

No final da missa, houve a bênção simbólica de um Pão de Santo António.

 





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