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Escolas de dança querem redefinição de regras para retomar atividade

Em Portugal há 500 escolas de dança, 70.000 alunos e 5.000 profissionais e o setor conta com praticantes dos dois aos 90 anos, que trabalham para ser bailarinos profissionais, amadores ou fazem da dança o seu passatempo e a utilizam para fazer a atividade física.

Redação / Lusa
31 Mai 2020

A Plataforma das Escolas de Dança de Portugal quer que o Governo reconheça a especificidade desta atividade e reveja as regras definidas para permitir a sua reabertura e desconfinamento, a partir de segunda-feira, disse o representante da estrutura.

Em declarações à agência Lusa, o representante da plataforma, Pedro Fidalgo Marques, disse que este setor cultural está “invisível” depois de ter sido dos primeiros a fechar no inicio da pandemia de covid-19 em Portugal e criticou o Governo por não o ter consultado para definir regras que permitam manter a atividade com a sua especificidade e garantir toda a higiene e segurança para evitar novos casos de infeção pelo novo coronavírus.

A mesma fonte lembrou que em Portugal há 500 escolas de dança, 70.000 alunos e 5.000 profissionais e o setor conta com praticantes dos dois aos 90 anos, que trabalham para ser bailarinos profissionais, amadores ou fazem da dança o seu passatempo e a utilizam para fazer a atividade física.

«Acreditamos que podemos manter a nossa atividade com toda a segurança e gostávamos que as regras fossem revistas», disse Pedro Fidalgo Marques, frisando que muitas das escolas «podem não subsistir» se as regras não forem alteradas, porque nas condições atuais «não lhes compensa» reabrir.





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