Fotografia: DM

DGS admite que regras para creches não garantem «risco zero mas minimizam»

«Tentamos conciliar o melhor de dois mundos. Permitir atividades lúdicas aos meninos com regras», explica a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.

Redação / Lusa
13 Mai 2020

A diretora-geral da Saúde admitiu hoje que as regras descritas na orientação da DGS sobre a reabertura das creches não garantem «risco zero» de contágio, assegurando que «minimizam» a probabilidade de infeção por covid-19.

«São regras que ajudam a minimizar o risco sem coartar o desenvolvimento normal deste grupo. Estamos a entrar num novo tipo de normalidade. Creio que não vai ser difícil para as instituições cumprirem estas indicações. [As crianças] vão brincar como é óbvio (…). Não há risco zero, mas [as regras] minimizam», afirmou Graça Freitas.

A diretora-geral da saúde, que falava aos jornalistas na conferência de imprensa diária de ponto de situação sobre a pandemia de covid-19 em Portugal, foi confrontada com a onda de críticas que tem surgido sobre as condições de reabertura das creches e com facto de especialistas alertarem para o impacto das restrições no desenvolvimento das crianças.

ΩA DGS [Direção-Geral da Saúde] emitiu um conjunto de boas práticas. Foram feitas conjuntamente com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e da Segurança Social e outros parceiros. Tentamos conciliar o melhor de dois mundos. Permitir atividades lúdicas aos meninos com regras», disse Graça Freitas.





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