Fotografia: DM

Crianças vítimas de violência devem inquietar os cristãos

Bispo auxiliar de Braga exorta cristãos a cuidarem dos mais frágeis

Joaquim Martins Fernandes
12 Mai 2020

O bispo auxilidar de Braga, D. Nuno Almeida, disse hoje que as circunstâncias da morte da menina de Peniche que esta tarde foi sepultada não pode deixar de inquietar os cristãos bracarenses.
O prelado exortou a que os fiéis meditassem no drama que envolveu a Valentina, na hora de acender a vela que simboliza a ligação às celebrações do 13 de maio, em Fátima.

A evocação da morte da menina Valentina, aos 9 anos de idade, de forma alegadamente violenta, foi evocada por D. Nuno Almeida, na parte final da homilia que proferiu na eucarístia desta terça-feira da V Semana da Páscoa e que foi emitida em direto pelo Diário do Minho, a partir da capela do Paço Episcopal.

«O Santuário de Fátima convida-nos a acender uma vela, às 21h30 de hoje, para estarmos em comunhão com as celebrações do 13 de maio. Mas ao acendermos a vela, não esqueçamos o sofrimento das crianças mais frágeis», disse D. Nuno Almeida.

O bispo auxiliar da Arquidiocese de Braga recordou o caso concreto da «menina Valentina, que hoje mesmo foi a sepultar». Sem nunca ligar a morte da criança a maus tratos concretos, D. Nuno Almeida deixou claro que o sofrimento das crianças mais frágeis não pode deixar de desassossegar os cristãos, que foram também confrontados com a necessidade de se questionarem com as implicações da opção fundamental por Deus.





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