Fotografia: DM

Comércio de rua reabriu “timidamente”

Muitos bracarenses aproveitaram o dia para fazer algumas compras ou simplesmente sair.

Rita Cunha
4 Mai 2020

O estado de calamidade, que permite ao comércio de rua até 200 metros quadrados reabrir portas, teve início ontem, mas sendo hoje segunda-feira, foi o dia em que alguns dos espaços o puderam fazer. Enquanto que uns optaram por retomar a atividade, outros ainda se mantiveram fechados ao público.

O dia não foi convidativo para sair, mas ainda assim o centro histórico de Braga registava, de manhã, uma afluência quase próxima do normal, com a maioria dos transeuntes a fazerem-se acompanhar de máscara. Muitos bracarenses aproveitaram o dia para fazer algumas compras ou simplesmente sair. A ida aos bancos também foi outro dos motivos, visível pelas filas geradas no exterior, já que o número de clientes no interior das dependências bancárias é, agora, limitado.

As lojas abertas não contaram com uma afluência fora do normal. Algumas estavam mesmo vazias, não contabilizando os funcionários no interior.
No que respeita as lojas que decidiram não reabrir no dia de ontem, Rui Marques, diretor-geral da Associação Comercial de Braga (ACB), acredita que ainda estejam «num processo de adaptação». «Devem estar a delinear estratégias, a montar os equipamentos e a preparar o interior para as novas exigências e boas práticas que são aconselhadas, enquanto que outras podem ter optado por não abrir, mas ainda é prematuro tirarmos conclusões», disse.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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