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Município da Póvoa de Varzim lamenta morte de Luis Sepúlveda

Escritor chileno ajudou a criar o “Correntes d’ Escritas”, festival literário da cidade

Redação
16 Abr 2020

O Município da Póvoa de Varzim lamentou hoje o falecimento do escritor chileno Luis Sepúlveda, de 70 anos, vítima da Covid-19, recordando o contributo que ele deu para a criação e manutenção do “Correntes d’ Escritas”, festival literário da cidade.

«Foi com enorme pesar que o Município da Póvoa de Varzim tomou conhecimento do falecimento do escritor chileno Luis Sepúlveda, esta quinta-feira, 16 de abril, no Hospital Universitário Central de Astúrias, em Oviedo, onde se encontrava internado desde 27 de fevereiro», disse a autarquia num comunicado enviado à comunicação social.

O município expressou um agradecimento pela «sua amizade» e «o seu grande contributo, não só para a criação do Correntes d’ Escritas, de que foi um grande impulsionador» como pela «importância da sua participação na primeira edição e seguintes».

Lembrou que na edição do Correntes deste ano, a 21.ª edição, realizada em fevereiro, Luis Sepúlveda partilhou memórias e experiências da sua vida de exilado, refugiado, preso político no Chile, vítima do regime de Pinochet, numa mesa de debate com o tema “Era uma vez a Liberdade”.

O romancista chileno era presença regular em eventos literários no país e tem a sua obra literária toda editada em Portugal. Alguns títulos de estão integrados no Plano Nacional de Leitura.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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