Fotografia: Projeto Homem

Projeto Homem prepara respostas pós-Covid-19 para responder a quem mais precisa

Notícia integra reportagem do Diário do Minho sobre as respostas do Projeto Homem à pandemia da Covid-19

Joaquim Martins Fernandes
10 Abr 2020

Embora esteja a viver um momento que «requer ações urgentes e consistentes», o Centro de Solidariedade de Braga – Projeto Homem não ignora que o cenário pós-pandemia Covid-19 será «muito exigente».

A instituição está já a planear o futuro que se adivinha complicado, até porque espera «um provável aumento das recaídas» dos doentes com Comportamentos Aditivos e Dependência.

Mais consumo de álcool, novos padrões de consumo, novas substâncias psicoativas, abuso de psicofármacos, o aparecimento de novos comportamentos aditivos, agudizados através do uso frequente dos “écrans” e das experiências virtuais e imersivas como o “gamming”, o “gambling”, o “binge watching”, além das compras por impulso, são novos motivos de preocupação para a Instituição Particular de Solidariedade Social.

A socióloga Sara Leite, técnica superior da instituição de solidariedade social adverte que «teremos novas tendências da intervenção na saúde, na educação e na área social, designadamente, o aumento da procura por empresas e serviços que possam de forma remota educar, entreter, treinar, cuidar e fazer mentoria». E salienta que «a era digital, a desmaterialização, o atendimento remoto e o distanciamento social talvez tenham vindo para ficar, o que nos fará repensar as nossas intervenções».

No terreno «está já uma rede de reflexão» que visa «preparar novas intervenções e abordagens». É que «os valores, a dimensão ética, ou os princípios do bem comum e da dignidade humana prevalecem para enfrentar o presente e preparar o futuro», assegura Sara Leite.
[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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