Fotografia: SC Braga

Custódio “abre o livro” sobre a vida de treinador/jogador e faz revelações… imperdíveis

«Bebi muito e de muitas fontes, para mim foi um privilégio ter estado perto do Abel quando fui adjunto do SC Braga B e ele estava na equipa principal», revelou o técnico do SC Braga.

Pedro Vieira da Silva
10 Abr 2020

«No SC Braga, por exemplo, gostava de discutir com o Sérgio Conceição, gostava de lhe pôr problemas. O Paulo Bento, que foi meu colega e depois meu treinador, também era alguém que estimulava esse debate», esta é uma das respostas do técnico do SC Braga, Custódio Castro, a uma entrevista concedida ao sítio oficial do SC Braga.

Na extensa conversa, o eleito para render Rúben Amorim mostrou ser um defensor do diálogo entre jogadores.
«Hoje sinto que os jogadores são muito reservados perante o treinador e eu não gosto disso, gosto de os pôr a falar, porque a minha forma de compreender o jogo era questionar, era falar, era procurar compreender. Como treinador, vou sempre puxar os jogadores para o diálogo e para a compreensão daquilo que fazemos, porque entendo que isso é fundamental», atirou.

 

Custódio Castro, que só orientou um jogo na I Liga antes da interrupção devida à pandemia de Covid-19 (vitória caseira sobre o Portimonense por 3-1), destacou também algumas referências como treinadores.

«José Mourinho, Jorge Jesus, Paulo Fonseca, Fernando Santos, por quem tenho muita estima, mas também Manuel José, pela sua liderança e pela sua frontalidade, e Vítor Oliveira, de quem aprecio muito a forma simples de comunicar e os bons trabalhos que tem feito», elencou.

«Para mim, foi um privilégio ter estado perto do Abel [Ferreira] quando fui adjunto do Sporting de Braga B e ele estava na equipa principal. Nessa fase, que foi importante para a organização das minhas ideias, percebi que há várias coisas que partilhamos. Não sei se está tudo inventado, a verdade é que o jogo não para de evoluir e ninguém vai longe se quiser apenas copiar alguém. Nós, treinadores, estamos sempre à procura de fazer melhor e diferente e eu não sou, nem serei, exceção», disse.

 

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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