Fotografia: DM

Câmara de Famalicão estima em 5 milhões de euros apoios a famílias e empresas na pandemia

PS prometeu levar proposta mais agressiva de apoio à famílias à próxima reunião camarária

Joaquim Martins Fernandes
9 Abr 2020

O presidente da Câmara de Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, estima que o pacote de medidas de apoios às famílias e às empresas aprovado na neunião de vereação desta manhã e aprovar na próxima reunião camarária possa custar até 5 milhões de euros aos cofres municipais.

A revelação foi acompanhada de uma manifestação de indignação contra o Governo, que foi acusado de «não ter capacidade» técnica para fazer os testes à Covid-19 em todos os lares do concelho e que o Município de Famalicão «está disponível para pagar na totalidade».

«O impacto das medidas de apoio às famílias e às empresas estará entre os 3 e os 5 milhões de euros. Isso ao nível das despesas extraordinárias, porque ao nível das recitas municipais, a perda decorrente das dimensões sanitária e económica da pandemia ainda não são mensuráveis», disse Paulo Cunha, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião de vereação de hoje e que também foi através de videoconferência.

O chefe do Executivo Municipal famalicense assumiu que «o grande desafio é baixar os impostos municipais – Imposto Municipal sobre Imóveis, a participação do Município na receita do IRS e na Derrama Municipal – num quadro nacional de previsível agravamento da carga fiscal».

O autarca famalicense deu ainda conta que o Município aprovou hoje um apoio extraordinário de 70 mil euros para que as três corporações de bombeiros voluntários e a unidade local da Cruz Vermelha Portuguesa possam continuar o seu trabalho no combate à expansão da Covid-19.
[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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