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Viana do Castelo pede medidas específicas para pequeno comércio/serviços

Da reunião entre o autarca José Maria Costa e o presidente da AEVC, Manuel Cunha Júnior, resultou uma carta que será enviada ao ministro da Economia.

Pedro Vieira da Silva/Lusa
1 Abr 2020

A Câmara e a Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC) vão pedir ao ministro da Economia medidas «específicas» para o pequeno comércio e serviços, afetados pela perda de «rendimento» devido à pandemia da covid-19.

Em comunicado hoje enviado às redações e publicado nas diversas plataformas de comunicação da autarquia do Alto Minho, na sequência de uma reunião que decorreu hoje entre o autarca socialista, José Maria Costa, e o presidente da AEVC, Manuel Cunha Júnior, os dois responsáveis justificam o pedido de apoios com a «especificidade do tecido económico de Viana do Castelo e do Alto Minho».

«Prevalecem pequenas empresas de comércio local ou de pequenas atividades de serviços e de restauração e hotelaria», sublinham os dois responsáveis que efetuaram a «monitorização» do impacto da pandemia.

No conjunto de propostas a enviar numa carta dirigida ao ministro Pedro Siza Vieira, José Maria Costa e Manuel Cunha Júnior pedem uma «resposta rápida e eficaz aos sócios de microempresas e aos trabalhadores independentes» que, asseguram, «ficam excluídos da quase totalidade, ou mesmo totalidade», dos apoios já anunciados pelo Governo «devido à especificidade da sua atividade e do seu regime contributivo».

A isenção da Taxa Social Única (TSU) «às empresas que durante esta crise não necessitem de recorrer ao regime de ‘lay-off’ ou a outro regime de suspensão de contratos de trabalho e acelerar o pagamento de projetos cofinanciados pelo Estado português ou por fundos europeus», são outras das ações reclamadas.

A AEVC representa cerca de 1.100 associados.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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