Fotografia: Avelino Lima

Câmara de Braga paga custos das escolas de filhos de pessoal de saúde e de segurança

Garantia surge na sequência de um alerta da União de Freguesias de Trandeiras e Morreira para a incapacidade pagar salários a operacionais do JI e da EB1 ao seu encargo.

Joaquim Martins Fernandes
27 Mar 2020

A Câmara de Braga garantiu que vai pagar os encargos das refeições escolares e das ATL das escolas que acolhem filhos de profissionais de saúde de forças de segurança e outros profissionais classificados como essenciais para o funcionamento do país.

O apoio é extensível às juntas de freguesia com dificuldades financeiras para manter os serviços e às famílias de deixaram de poder pagar a parte que lhes cabe.

A garantia de que a Câmara Municipal de Braga tem capacidade financeira para apoiar as famílias e os executivos das Juntas e União de Freguesias foi revelada hoje pelo presidente Ricardo Rio.

Em declarações ao Diário do Minho, Ricardo Rio disse desconhecer o alarme lançado no dia de ontem pelo presidente da União de Freguesias de Morreira e Trandeiras que, em comunicado enviado ao DM, alertou para a incapacidade do executivo de freguesia não ter como pagar os salários de funcionárias do Jardim de Infância e da EB1, ao seu encargo.

Mas Ricardo Rio sublinhou que a autartquia bracarense «está a acompanhar de forma mais próxima todos os casos de funcionários ao serviço das refeições escolares e das atividades extracurriculartes».

O autarca bracarense não esconde que também espera que o Ministério da Educação assuma as responsabilidades resultantes da manutenção de várias escolas em funcionamento para acolher os filhos dos profisssionais que não podem deixar de trabalhar, mas não faz depender o investimento extraordinário municipal de algum condicionalismo.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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