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Arquidiocese de Braga quer orientações «muito claras» para evitar-se contágios nos cemitérios

D. Jorge Ortiga apela ao sentido de responsabilidade de câmaras e juntas de freguesia

24 Mar 2020

O Arcebispo de Braga apelou hoje ao sentido de responsabilidade das entidades responsáveis pela gestão dos cemitérios para que os funerais ocorram sempre sem aglomerados de pessoas para evitar-se possíveis contágios.

«Esperamos e agradecemos, em sentido de corresponsabilidade, que as juntas de freguesia e câmaras municipais elaborem orientações muito claras. Tudo o que acontece nos cemitérios é da sua responsabilidade. Da nossa parte apenas nos disponibilizamos para cumprir escrupulosamente as suas orientações», declarou D. Jorge Ortiga na eucaristia celebrada na capela do Paço Arquiepiscopal.

O prelado garantiu, porém, que os padres não deixarão os mortos «sem a conveniente oração» e os familiares sem a sua «solidariedade».

D. Jorge Ortiga pediu ainda que ao expressar-se os sentimentos aos familiares dos defuntos não se dê abraços, beijos e deve-se até evitar a presença física. «Um telefonema, uma mensagem, testemunham que estamos unidos», disse.

Aos sacerdotes sugeriu que, na cerimónia de encomendação e da leitura de uma passagem da Sagrada Escritura, usem «por ventura» um megafone para que «todos possam ouvir».

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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