Fotografia: Manuel de Almeida

Ministra da Saúde diz que lar de Famalicão devia ter-se preparado para a situação

Marta Temido sublinhou importância das instituições terem plano de contingência

Redação/Lusa
22 Mar 2020

A ministra da Saúde defendeu hoje que as IPSS ou as instituições privadas, como o Lar da freguesia de Cavalões, em Vila Nova e Famalicão, que ficou sem funcionárias devido a infecção do Covid-19, têm que ter um plano de contingência para enfrentar a situação que o país enfrenta.
Falando na habitual conferência de imprensa para fazer o balanço da situação e questionada sobre o caso concreto do Lar em Famalicão, Marta Temido, Marta Temido mostrou-se preocupada com o que aconteceu, realçando que «estas instituições, que são instituições privadas ou IPSS, têm de ter um plano contingência». Para a ministra, «tinham de ter pensado, porque essa informação foi disseminada há bastantes dias, para não dizer semanas, sobre como é que deveriam preparar-se para responder a uma situação deste tipo». «Ou seja, ter profissionais de segunda linha que estivessem prevenidos para poderem ser acionados para intervir, ter as equipas a funcionar, como nós dizemos, em espelho, isto é, para cada um que está a trabalhar deveria estar alguém em casa,quando isso é possível, para se proteger em turnos semanais. Sei que isso tudo é muito difícil e que muitas vezes as entidades não têm meios para isso acontecer», acrescentou.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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