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Direção Geral da Saúde sugere lista de alimentos para a quarentena

Cabaz para 14 dias inclui 350 ml de azeite e deixa de fora das necessidades como o café, tomate pelado, frutos oleaginosos e compotas.

22 Mar 2020

A Direção Geral da Saúde (DGS) divulgou um manual de orientações sobre as boas práticas alimentares em tempo de pandemia.

O trabalho elaborado pela equipa do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável não só aconselha a dieta mais adequada, como também elenca o cabaz necessário a cada cidadão que fique em isolamento social ou em quarentena durante 14 dias.

Deixando claro que «não existe, até ao momento, evidência de qualquer tipo de contaminação através do consumo de alimentos cozinhados ou crus» quer pelo COVID-19 quer por outros vírus, a DGS indica três soluções para pequenos almoços e merendas. Cereais e derivados e tubérculos são a base do cabaz proposto, que integra 1 kg de cereais de pequeno-almoço; ou 500 gramas de cereais mais 300 gramas de bolacha maria/água e sal mais 200 gramas de tostas. Uma outra alternativa inclui 700 gramas de pão e 500 gramas de cereais de pequeno almoço.

Sempre vincando que as quantidades propostas são para uma pessoa, durante um período de 14 dias, a DGS faz saber que os alimentos principais devem incluir 3 kg de arroz, massa ou batata; 2,5kg de produtos hortícolas como legumes e hortaliças e 3 kg de fruta durável como citrinos, pêra ou maçã. Os lacticínios podem conjugar 5 litros de leite e 600 gramas de queijo ou 3 litros de leite mais 600 gramas de queijos mais 14 iogurtes.

Nos pratos mais convencionais, a sugestão é de 3 kg por pessoa, sendo 6 ovos, 700 gramas de pescado ou 6 latas de conserva de pescado e 2 kg de carne. A alternativa é trocar a quantidade de carne pela de pescado fresco e/ou congelado.
Nos alimentos leguminosos, a Direção Geral da Saúde propõe que se tenha em casa 1k por pessoa, no caso de leguminosas em conserva ou 350 gramas de leguminosas secas. A preferência deve ir para feijão, grão, ervilhas e lentilhas.
[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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