Fotografia: Avelino Lima

Farmácias implementam planos para impedir propagação de vírus

Medidas de segurança cada vez mais apertadas.

Rita Cunha
17 Mar 2020

Em Braga, as farmácias estão a adotar diversas medidas de segurança, adaptadas às suas necessidades, que lhes permitam mitigar os efeitos do Covid-19, protegendo quer os funcionários, quer os clientes, e indo ao encontro das recomendações da Direção-Geral de Saúde.

Os alertas multiplicam-se através das páginas de internet e redes sociais, bem como em folhetos informativos afixados nas portas e no interior. É ainda pedido que o acesso seja feito apenas em caso de extrema necessidade e que se efetue o pagamento preferencialmente por multibanco, evitando contacto com dinheiro. A desinfeção das mãos à entrada é outra das recomendações.

De um modo geral, todas elas estão a adotar procedimentos como manter uma margem mínima de segurança e limitar a entrada de pessoas, motivo pelo qual ontem, à porta de algumas, eram visíveis pequenas filas nas entradas de pessoas que aguardavam a sua vez para serem atendidas.
Para além deste mecanismo de proteção, em várias farmácias, os colaboradores estão a utilizar máscaras e luvas e os balcões são periodicamente desinfetados, bem como todo o material. Noutros espaços foram colocadas proteções em acrílico para minimizar o risco de contágio.

Outras farmácias estão a atender à porta ou através de um postigo, e há, ainda, casos de estabelecimentos que disponibilizam a entrega gratuita de medicamentos não urgentes.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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