Fotografia: Joaquim Martins Fernandes

Norte 2020 já deu ao Minho 10,6 milhões de euros para projetos de valorização do território

Comunidades Intermunicipais e municípios das sub-regiões do Alto Minho, Cávado e Ave investiram 14 milhões de euros em 55 projetos nas áreas do património cultural, do turismo de natureza e dos produtos endógenos.

Joaquim Martins fernandes
2 Mar 2020

Os fundos comunitários destinados à valorização económica dos territórios de baixa densidade já potenciaram a realização de investimentos de 14 milhões de euros na valorização do património cultural, nas rotas turísticas e nas ciclovias na região do Minho.

Os apoios atribuídos aos projetos-âncora assumidos de forma conjunta pelas Comunidades Intermunicipais CIM) do Alto Minho, Ave e Cávado e pelos 24 municípios minhotos chegam perto dos 11 milhões de euros, representando um terço dos 34,5 milhões distribuídos pelos 86 concelhos da região do Norte.

Os apoios de maior dimensão foram atribuídos às CIM do Alto Minho, do Cávado e do Ave. Os valores indicados na listagem dos projetos-âncora até agora financiados pelo PROVERE – Programa de Valorização Económica dos Recursos Endógenos das três sub-regiões do Minho apoiaram com 5 milhões 599 mil 973 euros nove projetos que envolvem diretamente, e forma conjunta, as três CIM, que investiram 6 milhões 587 mil e 63 euros em projetos de divulgação internacional, no reforço da identidade cultural, nas artes e proidutos tradicionais, no turismo de natureza e no turismo cultural.

Por municípios, destaca-se Celoric de Basto, que assumiu a maior despesa no âmbito dos programas financiados. Afetou um milhão 182 mil 817 euros à criação da Ecovia que atravessa o concelho, esforço que foi apoiado com um pouco mais de um milhão de euros dos fundos comunitários.
[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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