Fotografia: Avelino Lima

AAUM e SASUM plantaram 450 árvores em Gualtar para «reduzir pegada ecológica»

UM organizou o europeu de futsal e os campeonatos universitários com a «sustentabilidade» como vetor fundamental.

Pedro Vieira da Silva
19 Fev 2020

Os Serviços de Acção Social da Universidade do Minho (SASUM), em cooperação com a Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), e com a Câmara Municipal de Braga, estiveram na tarde desta quarta-feira, a plantar 450 árvores no ecocircuito da Encosta do Sol, em Gualtar (Braga).
 
«A ideia é compensar a pegada ecológica deixada pelo Campeonato Europeu Universitário de Futsal 2019», declarou o vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa.
A iniciativa esteve inserida no Plano de Sustentabilidade delineado pelo Comité Organizador do Campeonato, decorrido entre os dias 15 e o 23 de julho de 2019, sob o lema “Playing for the Planet”, e que visou o uso eficiente de recursos, o fomento da economia circular, o combate às alterações climáticas e a promoção da responsabilidade social e do bem-estar de todos os atletas e equipas técnicas.
 
A plantação das árvores foi a última iniciativa prevista neste âmbito sendo que, para o Administrador dos Serviços de Acção Social da Universidade do Minho, António Paisana, esta ação foi o «culminar de todo um trabalho em prol da sustentabilidade levado acabo durante a organização da competição», referindo que, durante a competição, «jogou-se para o planeta e hoje estamos aqui a jogar pelo planeta» e dando ainda nota «do sucesso que foi todo o evento».
 
O presidente da Associação Académica da Universidade do Minho, Rui Oliveira, ressaltou que a iniciativa permite destacar a «responsabilidade social do Europeu», afirmando que «estamos cá para recuperação da pegada carbónica que deixamos ao longo do campeonato, já por si muito marcado pela sustentabilidade. Com isto marcamos o início da recuperação daquilo que consumimos. É a nossa contribuição ambiental», disse.
 
Os responsáveis presentes ajudaram e acompanharam o processo de plantação das 450 árvores autóctones, uma por cada atleta participante no Europeu de Futsal, entre elas carvalhos, sobreiros, pinheiros, medronheiros.
<p align=”JUSTIFY”><span class=”credit_foto_editor_part2″>[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]</span></p>




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