Fotografia: Salvador Sas/EFE

Resgatar a memória imaterial que se perde pela foz do rio Minho

O espanhol José Manuel e a portuguesa Isalina são “tesouros humanos vivos” com capacidades que já vão sendo raras. Identificá-las é a missão do projeto europeu “Smart Minho”, que procura transmiti-las às gerações futuras. Ninguém aprecia tão bem o valor da memória como os que sabem que está a desaparecer. A memória, especialmente a coletiva, […]

Redação/Lusa
16 Fev 2020

O espanhol José Manuel e a portuguesa Isalina são “tesouros humanos vivos” com capacidades que já vão sendo raras. Identificá-las é a missão do projeto europeu “Smart Minho”, que procura transmiti-las às gerações futuras. Ninguém aprecia tão bem o valor da memória como os que sabem que está a desaparecer. A memória, especialmente a coletiva, é um património imaterial de valor incalculável, um museu vivo cuja conservação requer um trabalho altruísta, muitas vezes ingrato e quase sempre solitário.
Xavier Rodríguez sabe isso bem. É um homem jovem, de gargalhada pronta, natural da fronteiriça aldeia galega de As Neves (Pontevedra, Espanha), que no seu tempo livre desce às águas do Minho para absorver os segredos da arte milenar da pesca com ‘masoira’.
Nesta arte os detalhes são apenas conhecidos por um punhado de idosos de ambos os lados do rio, uma fronteira natural que separa política e administrativamente a Galiza do Norte de Portugal, mas também, e sobretudo, a artéria que durante séculos ligou ambas as margens e o seu povo.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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