Vídeo: Nuno Cerqueira

António Palha foi o convidado.

Nuno Cerqueira
15 Fevereiro 2020

 

«Há uma relação imprescindível entre a Fé e a Ciência», afirmou D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga, que admitiu que no passado «cometeu-se um erro» quando se pensou em «separar a Fé da Ciência».

«Apostou-se, em determinada altura, numa separação, talvez um erro. Pois efetivamente não são realidades separadas, mas sim realidades que se interligam», destacou o Arcebispo, em declarações à margem da terceira conferência do ciclo que está abordar a relação entre Fé e Ciência.

D. Jorge Ortiga destacou que a «Fé precisa da Razão e a Razão precisa da Fé».

«Hoje o diálogo entre fé e ciência é imprescindível. Uma harmonia que nos faz crescer como seres humanos e simultaneamente como cristãos. Para que a Fé seja mais racional e para que a Razão tenha outras perspetivas que nem sempre tem, pois há uma dimensão que não consegue atingir se não for a fé e a espiritualidade», apontou.

O convidado da conferência promovida pela Pastoral da Cultura da Arquidiocese de Braga na sala de atos do Museu Pio XII/Henrique Medina, e que voltou a encher para uma viagem à boleia dos dogmas e sapiência, foi o médico psiquiatra e catedrático na Universidade do Porto, António Palha que proporcionou uma viagem ao longo da história da psiquiatria até ao tempos da inteligência artificial.

Para António Palha a espiritualidade, seja ela cristão ou islâmica, está de mãos dadas com as questões da psiquiatria.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]


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