Fotografia: Avelino Lima

Fé e devoção mantêm vivas as festas em honra de S. Brás em Merelim S. Pedro

Muitos fiéis têm-se concentrado junto à capela de Merelim S. Pedro onde se vendem os tradicionais doces de romaria.

Rita Cunha
9 Fev 2020

Tal como manda a tradição, a freguesia de Merelim S. Pedro dedica o dia de hoje à tradicional romaria que, uma vez mais, tem contado com a presença de centenas de fiéis.

Já no próprio dia, na passada segunda-feira, vários devotos tinham passado pela capela à face da estrada nacional que esteve aberta todo o dia e, este ano pela primeira vez, toda ela iluminada. A novena também foi, segundo a organização, bastante participada ao longo da semana.

Hoje, é o culminar das festividades com a celebração de uma eucaristia logo pela manhã. Na ocasião, o padre António Luís lembrou S. Brás, martirizado em 1316.

À margem do evento, o presidente da Confraria de S. Brás explicou que esta é uma tradição na freguesia com muitos anos, arrancando a 2 de fevereiro como o Dia da Nossa Senhora das Candeias. Segue-se o Dia de S. Brás e, no domingo seguinte, a romaria que começa com uma salva de morteiros.

Para António Cunha, é um momento em que muitos se juntam em devoção e convívio. «É um encontro porque há famílias que estão a viver muito longe, é quase como no Natal», adiantou.

À frente da Confraria de S. Brás há sete anos, António Cunha está no seu último mandato e preocupa-lhe o facto de, até à data, ainda não terem surgido candidatos para ocupar o cargo.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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