Fotografia: DM

Vasto programa cultural chega a Braga que é este ano Capital da Cultura do Eixo Atlântico

O jazz, a arte urbana, a música tradicional e o Festival Noroeste são algumas das novidades incluídas no programa hoje apresentado.

Rita Cunha
6 Fev 2020

Braga é, ao longo deste ano, a Capital da Cultura do Eixo Atlântico, uma iniciativa que pretende incentivar o envolvimento da comunidade na crescente dinâmica cultural não apenas da cidade mas de todo o território transfronteiriço.

A programação delineada inclui, até janeiro do próximo ano, eventos que já são de referência do município de Braga, aos quais se junta um conjunto alargado de novas iniciativas que contam com a colaboração de agentes culturais dos municípios do Norte de Portugal e da Galiza. O jazz, a arte urbana, a música tradicional e o Festival Noroeste são algumas das novidades incluídas no programa hoje apresentado.

Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Braga destacou o facto de a Capital da Cultura do Eixo Atlântico se afirmar como a celebração da cultura e cooperação transfronteiriça. «Queremos que seja um momento de afirmação da nossa identidade e que contribua para aumentar a dinâmica cultural de cada uma das Cidades que integram esta associação transfronteiriça», defendeu Ricardo Rio.

Já a vereadora do pelouro da Cultura considerou que este evento constitui «um momento de particular maturidade para Braga e para a dinâmica cultural que tem sido desenvolvida nos últimos seis anos».

«Se queremos afirmar-nos como uma Capital de Cultura temos que partilhar experiências com aqueles que nos rodeiam e procurar estabelecer pontes, não apenas com os “fazedores” de Cultura do nosso território, mas com todos os bons exemplos que nos rodeiam. É esse o principal propósito desta Capital da Cultura, que vai apostar na criação e na diversidade das áreas de intervenção artística», sustentou Lídia Dias.

Xoan Mao, Secretário Geral do Eixo Atlântico, por seu turno, considerou que Braga representa o espírito da euro-região devido ao seu rejuvenescimento, o que implica a captação de investimentos. «A Capital da Cultura é emprego, é economia, é industrial cultural», lembrou.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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