Fotografia: Arquivo DM

Lista A abre a porta a candidato independente e Artur Feio expressa absoluta disponibilidade

Dulce Mota Campos enfrenta o atual líder do PS, Artur Feio, na corrida para a liderança à Concelhia de Braga, que se realiza sábado, dia 1 de fevereiro

Joaquim Martins Fernandes
28 Jan 2020

A opositora de Artur Feio na corrida à presidência da Comissão Política Concelhia de Braga do Partido Socialista, Dulce Mota Campos, defende que o PS vá à sociedade civil eleger um candidato para a corrida à presidência da Câmara Municipal de Braga, se não tiver um militante com condições para reconquistar a gestão municipal à coligação Juntos por Braga, nas autárquicas de 2021.

A tomada de posição da psicóloga que encabeça a Lista A é expressa na Moção “Com Coragem Para Mudar o PS Braga – Um PS Forte Para Vencer o Desafio Autárquico”, com que suporta a sua candidatura à concelhia socialista, nas eleições de sábado, dia 1 de fevereiro. A candidata critica severamente a atual liderança da Concelhia, ao afirmar que «com os atuais dirigentes, o PS tem vindo a perder, sucessivamente, importância, credibilidade e influência política nas eleições municipais» e que «os bracarenses não aceitam mais um PS inanimado “amarrado à botija de oxigénio” e uma câmara que não dá respostas aos seus anseios e problemas».

O atual presidente e recandidato à liderança da Comissão Política Concelhia de Braga do PS, Artur Feio, manifestou hoje, em conferência de imprensa, «absoluta disponibilidade» para ser o candidato do PS à presidência da Câmara Municipal de Braga, nas próximas autárquicas. «Quem se disponibiliza para assumir a liderança do PS/Braga é o candidato natural a tudo», sublinha, embora deixando a última palavra ao partido.

Artur Feio, que também lidera a equipa de vereadores socialistas na autarquia bracarense, faz um balanço positivo dos últimos anos. «Os seis anos de oposição na Câmara têm permitido [ao PS] consolidar um percurso onde os nossos eleitos têm vindo a assumir-se cada vez mais interventivos, defensores e próximos dos interesses dos munícipes e de uma visão de cidade e de concelho que nos pode orgulhar», afirma na Moção que apresentou esta manhã em conferência de imprensa.
[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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