Fotografia: DM

Instalação artística de Vhils «dá futuro» ao «grandioso» passado de Esposende

A dstgroup é a responsável pela implementação da componente tecnológica e de sensorização, bem como artística, através das marcas mosaic e da zet gallery, respetivamente.

Rita Cunha
25 Jan 2020

A instalação artística “Mulheres do Mar”, da autoria de Vhils (Alexandre Farto), inaugurada na manhã de hoje na marginal de Esposende – junto ao Centro de Atividades Náuticas – permite «dar futuro ao grandioso passado» do concelho, «honrando a sua identidade cultural», afirmou o presidente da Câmara Municipal na cerimónia inaugural.

À margem da inauguração de ontem, Benjamim Pereira lembrou que este projeto começa num «conceito interessante», primeiro porque englobou residências artísticas e o envolvimento da comunidade escolar e, depois, porque já permitiu trazer para o território três «peças fundamentais»: “octo—-“, de Pedro Tudela e Miguel Carvalhais, a escultura “Padrão do Mar”, de Volker Schnüttgen, e, agora, a instalação de Vhils, «um artista nacional mas de renome mundial».

«É uma obra enorme pela sua dimensão e significado», vincou o edil, considerando que a mesma constituirá «mais um elemento de atratividade fundamental no território», a qual ajudará a captar habitantes e turistas para o concelho. « É um elemento de atratividade e é isso que pretendemos. Transformar esta componente da arte pública num elemento de atratividade no nosso território, sendo certo que nós identificamos desde logo que este não é muito rico em património construído (…). Então, para que as pessoas venham cá é preciso ter elementos de atratividade e entendemos que a arte pública é uma excelente forma de trazer pessoas já que estas consomem cada vez mais arte», explicou Benjamim Pereira.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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