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Rendas de sintéticos e do estádio custam 13,5 milhões em 2020

Câmara de Braga.

Redação
10 Jan 2020

O Município de Braga vai pagar este ano 13 milhões460 mil euros com as rendas da parceria criada para a construção dos campos de futebol com relvado sintético e os empréstimos relativos à construção do estádio municipal.

A subida desses encargos, que representam mais de 11 por cento do valor total do orçamento camarário para 2020, é motivada por um forte agravamento das rendas a pagar pelos sintéticos, que atingem um valor recorde de quase 8 milhões de euros.

Num ano em que os encargos com os empréstimos contraídos para a construção do estádio municipal inaugurado no Euro 2004 atingem o valor mais baixo de sempre, a Câmara Municipal de Braga vai ter de suportar os custos anuais mais elevados de sempre com as rendas devidas à Sociedade Gestora de Equipamentos de Braga (SGEB).

As rendas devidas à sociedade da Parceria Público-Privada que construiu dezenas de “campos de futebol sintéticos” atingem este ano o valor histórico de 7 milhões e 800 mil euros, montante que quase duplica o custo médio anual dos últimos anos.

O volume de encargos é tão elevado que o Orçamento da Câmara Municipal de Braga para 2020 não tem dotação financeira definida para a totalidade das rendas exigíveis. Ao todo, são 3 milhões de euros que ainda não têm cobertura dos cofres municipais, revela o Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2020.

O documento prevê que a verba em falta seja coberta «aquando da revisão orçamental para aplicação do saldo de gerência, mas essa será uma operação meramente contabilística, uma vez que a incorporação de um resultado líquido positivo da gestão de 2019 não se traduz na entrada de dinheiro nos cofres camarários.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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