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Sindicatos afirmam que greve dos trabalhadores não docentes tem adesão acima dos 85%

Greve nas escolas pela falta de funcionários não docentes.

Redação / NC
29 Nov 2019

A greve dos trabalhadores não docentes em protesto contra condições de trabalho estava cerca das 09:h0 a fechar escolas em todo o país, estimando-se uma adesão acima dos 85%, disse  um dirigente sindical.

«Ainda é cedo para dados muito concretos uma vez que a informação ainda está a ser recolhida por dirigentes sindicais de norte a sul do país. O que os dirigentes sindicais me têm transmitido é que o que está a ser difícil é encontrar escolas abertas», disse o presidente Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS), que convocou a greve.

Artur Sequeira adiantou que a adesão está a ser superior à da última paralisação, que foi de 85%.

Artur Sequeira remeteu para mais tarde dados mais concretos sobre escolas fechadas no país.

A greve nacional foi convocada por esta federação em protesto, sobretudo, «contra a falta crónica» de trabalhadores não docentes nas escolas, mas também contra questões como o processo de municipalização da educação, a exigência de uma carreira especial para estes funcionários, «que lhes devolva a dignidade» e a garantia de níveis de especialização para trabalhadores que exerçam funções muito específicas como assistência a alunos com necessidades educativas ou deficiências graves.

A falta de funcionários e a exigência de uma nova portaria de rácios encabeçam a lista de reivindicações, um problema “que atravessa Governos” sem ser solucionado, criticou Artur Sequeira, frisando que a matemática das entradas e saídas de funcionários é de “resultado quase nulo”.

 





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