Fotografia: Nuno Cerqueira

Crise energética deixa Minho em estado “quase tudo normal” e otimiza os “chico espertos” do costume

Crise energética.

Nuno Cerqueira
12 Ago 2019

A greve dos motoristas de matérias perigosas está a correr em estado “normal”, com os postos de combustível a serem pouco afetados e com pouco procura.

A “loucura” da corrida aos combustíveis da semana passada, tornou a segunda-feira nas estações de serviços num dia tranquilo.

No entanto os empresários deste ramo energético apontam alguns “chico espertos”. Uns andam de “bomba em bomba” até encher os depósitos, outros preferem lançar falsas informações de “bombas a seco” na plataforma #janaodaparaabastecer .

O Diário do Minho percorreu algumas estações de serviço e verificou esses factos.

«Vou encher aqui um pouco para depois abastecer o resto em Espanha», referiu José Neves, emigrante, que saiu de Esposende para ir ao outro lado da fronteira atestar o depósito do carro.

Já Manuela Pereira estava em Perelhal a abastecer numa bomba que dava sem combustível, mas que afinal até está bem atestada.

«Ia para outra estação de serviço, quando reparei que esta estava afinal com combustível. Também um colega meu de trabalho em Braga falou-me dessas informações erradas», frisou

«É quase anedótica esta corrida que houve. Para além de não haver filas, o combustível hoje está mais barato», apontou Alberto Martins, enquanto abastecia num posto no concelho de Barcelos o carro do filho.

Outra situação verificada é o abastecimento por partes dos motoristas, que, sem acompanhamento de autoridade, carregavam “gasolineiras” quase sem combustíveis esta manhã.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]

 





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